5 QUESTÕES A PONDERAR NO ACTO DA COMPRA


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5 QUESTÕES A PONDERAR NO ACTO DA COMPRA

5 QUESTÕES A PONDERAR NO ACTO DA COMPRA

 

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Uma das principais lacunas das mulheres, de uma forma geral, é comprar o mesmo tipo de peças e cores muito similares. Estas duas decisões conduzem a um sentimento de insatisfação com o guarda roupa e a uma sensação desgastante de nunca termos nada para vestir ainda que não reste espaço para um único cabide vago. Acresce, a esta constatação, uma certa assiduidade na compra de peças novas, o que é ainda mais estranho.

O Fashion Adviser reuniu 6 questões pertinentes que devemos ponderar quando pretendemos comprar uma peça e que poderão ajudar a decidir se aquela compra será uma mais valia ou um desperdício/desinvestimento.

 

 

DICA

Ter o guarda roupa organizado, por peças e cores, é o melhor princípio de todos. Se for possível fotografá-lo tanto melhor. Se o tivermos, em fotos, no telemóvel  mais fácil será a sua revisitação e avivamento da memória ácerca das peças que realmente temos.

 

 

 

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Esta questão é de grande pertinência. Qual a mais valia de uma peça com uma cor semelhante à que temos em casa? Nenhuma, pressuponho. Mais uma blusa branca será uma repetição e em nada vai ajudar a diversificar o guarda roupa. O nosso chip deve ser reprogramado para optarmos por cores o mais variadas possível e que nos permitam fazer coordenações cromáticas divertidas e inesperadas. 

O único aspeto a ter em atenção é se a cor, junto ao rosto, o vai iluminar e rejuvenescer, ou pelo contrário, sobressair olheiras/manchas e envelhecer.

 

 

 

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A mesma premissa se aplica ao tipo de peça. Muitas clientes compram de forma sistemática calças de ganga. Questiono-as frequentemente se alguém alguma vez notará que um par tem uma lavagem mais forte, um par uma lavagem mais esbatida, outro um pormenor nos bolsos…. Convenço-as de que nem mesmo o nosso cérebro nota essas pequenas variâncias. Para todos e para ele o nosso look é composto de forma quase invariável por calças de ganga. Resultado: a insatisfação e a sensação de usarmos sempre a mesma peça torna-se inultrapassável. Sentimo-nos cansadas, frustradas, sem energia, desorientadas e com a auto estima abalada.

A diversificação é a solução para a satisfação.

 

 

 

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Esta questão pode parecer fazer o acto da compra um processo não de relaxamento e descontracção mas, antes, um enfadonho acto de reflexão. Que seja! No entanto, prefiro aconselhar fazer este investimento de tempo (e não perda) a ter de voltar para devolver ou arrastar a frustração instalada. Assim sendo, Devemos fazer esta ginástica mental para podermos rentabilizar ao máximo a peça com as peças que já temos em casa.

 

 

 

 

 

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O enquadramento do uso da peça deve ser questionado para apurarmos se, no contexto do nosso estilo de vida, o seu uso não se resumirá a contextos profissionais ou familiares. Peças transversais às várias esferas da nossa vida são investimentos mais inteligentes. 

 

 

 

 

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 Se à partida conseguirmos antever que aquela escolha só vai permitir uma ou duas utilizações por ano devemos reequacionar a compra. Ao mesmo tempo que, se tivermos uma vida profissional e social mais exposta, se calhar já se justifica. Peças de uso mais frequente são melhores investimentos. Exceptuam-se peças de festa.

 

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